segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
a ambiguidade da república perante a mulher
O Prof. Paulo Guinote (o convidado do Município famalicense e do Museu Bernardino Machado para proferir a conferência “As Mulheres e o Trabalho na I República” no âmbito do Ciclo de Conferências “As Mulheres e a I República organizado pelo respectivo Museu), defendeu a tese da ambiguidade da República perante o trabalho feminino. Se a República prometeu muito, no exercício do poder os republicanos, se não o negaram, serão as mulheres que vão ganhando a sua aposta no mundo do trabalho de uma forma natural, apostando principalmente na instrução. Se existiu um recuo das actividades tradicionais, as quais se voltam a acentuar na época do Estado Novo, cresce, durante a República, o trabalho feminino nos serviços e no espaço comercial, principalmente nos espaços urbanos, com um nível médio de qualificações na instrução, através das Escolas Normais, as quais dariam o acesso à Universidade. Um exemplo concreto: em 1926, num universo de 1700 advogados, havia 7 advogadas! Estes ganhos serão obtidos mais no futuro, considerando o Prof. Paulo Guinote que o período final da Monarquia e o da República serão fases geracionais para a implementação da mulher no mundo do trabalho. A independência e a promoção, a mulher encontrou, entre finais do século XIX e princípios do XX, na instrução.
O Prof. Paulo Guinote e o o Prof. Dr. Norberto Cunha, coordenador científico do Museu Bernardino Machado, que representava o Dr. Paulo Cunha, Vereador e Vice-Presidente da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão, no momento em que apresentava o conferencista.
Iniciando a sua conferência, o Prof. Paulo Guinote considerou se existe neste tema alguma problemática, o mundo do trabalho feminino, até que ponto se justifica falar deste assunto, o que faziam, quais os sectores da sua actividade, as diferenças entre o trabalho feminino na Monarquia e na República.
A metodologia burguesa remetia a mulher ao mundo doméstico, não tendo a mulher actividades pública e cívicas. Com direitos inferiores juridicamente, mesmo no campo do trabalho, não tem o direito ao voto e não tem participação cívica (exceptuando alguns casos). Vai ser a evolução natural que irá permitir às mulheres novas condições. Há autores que nem sempre consideram as reivindicações feministas, considerando-as uma concorrência desleal, factor de perturbação e promoviam a falta de produtividade no mundo do trabalho. Esta é a ideologia da época: o homem é o ganha-pão e a mulher só deve trabalhar em último caso.
Vejamos as actividades tradicionais: a agricultura e a pesca (ambas consideradas naturais) e as fábricas (no mundo operário, a presença da mulher era considerada indesejável). O que existia então era um desajustamento das qualificações no trabalho qualificado, existindo uma enorme disparidade entre o mundo operário feminino e a classe média-alta; e no campo das remunerações, a mulher só auferia 60% do rendimento salarial face ao trabalho masculino.
O Prof. Paulo Guinote
Algumas profissões, na óptica do Prof. Paulo Guinote, vão-se feminizando. É o caso da docência, do professorado primário; e entre o mundo proletário rural e urbano, a ascensão da mulher vai ser precisamente no professorado. A mulher na Monarquia fazia parte de 30% da população activa, nos serviços domésticos, que não eram qualificados, no comércio, na indústria transformadora e na agricultura. Não há mulheres a trabalhar no Estado. Os universos destas actividades na República mantêm-se, mas, em cada uma delas, vai descer um pouco a sua percentagem, aparecendo novas actividades: temos a entrada da mulher na administração pública (com José Relvas: até 1920, haviam 400 mulheres pelos mais variados ministérios, excepto o Ministério dos Negócios Estrangeiros, no qual não havia mulheres). O que não deixa de ser curioso para o Prof. Paulo Guinote é que a percentagem das mulheres activas (apesar das suas baixas qualificações) é superior aos países europeus. Na República, o trabalho feminino apresenta-se com alguns sinais de modernidade: é o caso das costureiras, as empregadas de loja, encontram-se ligadas ao artesanato, surgem as telefonistas (actividade profissional essencialmente feminina), temos também as chefes dos postos de correio, as carteiras do espaço rural, as parteiras e as enfermeiras, entre outras actividades.
No final da conferência, altura em que o Prof. Dr. Norberto Cunha oferecia ao convidado as obras de Bernardino Machado, e um aspecto do auditório
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
assim em silêncio
como a cândida deve estar, assim, em silêncio, a ler ou então a bordar o seu ponto de cruz. hoje fazias anos mana..
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
camilo e as noites de insónia
É já na próxima Quarta-Feira, no dia 21, às 21h30, que a Câmara Municipal de V. N. de Famalicão e a Casa-Museu Camilo Castelo Branco preparam mais uma actividade da rúbrica "Noites de Insónia". Desta vez, cabe a leitura da comunidade de leitores camiliana a ficção "Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado", na mesma Casa, tratando o romance, segundo o próprio Camilo, ou do narrador, "para fazer uma ideia da felicidade que Deus dá a certas pessoas, e da felicidade que Deus tira a outras." Contudo, "a consciência do romancista", diz-nos Camilo, "salta por cima da confiança pública, e salva-se na crença e no aplauso dos raros espíritos, que se abonam com bem saberem o que é esta vida, a preço de tragarem muito fel de experiência" e tudo porque a personagem principal, o famoso Basílio "era a imagem da estupidez, mas a estupidez silenciosa". Apresento algumas frases temáticas, sem colocar em causa o trabalho do respectivo monitor, ou moderador desta comunidade, João Paulo Braga, que poderiam ser discutidas amenamente, em simples cavaqueira camiliana. Dou apenas algumas citações para não cansar muito o leitor e deixo aqui o meu contributo como um camilianista curioso.
Secularização.
"Era opinião de Frei Silvestre do Monte do Carmo que a volumosa cabeça do menino significava talento. . Este prognóstico abalava mediocremente os ânimos dos pais, que não sabiam o que era, nem para o que servia neste mundo o talento.
- Se as religiões não acabarem, como por aí agouram os ímpios - dizia o frade -, este menino pode vir a ser um grande sábio numa ordem rica.
- O que eu quero - acudia o pai - é que ele seja um negociante fino, e que dobre o património com a sua agência." (6)
"No último domingo de Julho de 1848, era a celebrada romaria de Santa Ana de Oliveira, situada a curta distância do antigo convento daquele nome, na margem esquerda do Douro, a uma légua do Porto. É esta uma das popularíssimas festas, que, apesar da descrença. do despoetizamento das turbas, e da apagada e tediosa civilização, prevalece ainda com algum brilho do seu antigo resplendor." (31-32)
Educação
"- Sabe que nais, comadrinha? - replicava a senhora Bonifácia, cada vez mais assanhada com as satisfações meio prudentes e meio irónicas de Custódia. - Dê-lhe nas ventas para trás à rapariga, senão olhe que não sei, mas... boa saída não lhe dá ela. Isto de meninas, quando entram a cuidar que são bonitas, e a olharem muito para a sombra... a coisa não vai boa!... Eu, se fosse a vossemecê, comadre Custódia, o que fazia era mandá-la trabalhar em casa. Tocar piano? De que serve tocar piano?! Deixe isso lá às ricas, e cuide de fazer a sua filha boa mulher de casa e arranjadeira, que é o que quer um marido!
- Pois, sim, sim - atalhou Custódia -, mas a comadre que quer? O meu Manuel embirrou pró piano, e não há remédio a dar-lhe. Depois, quer também que ela cante , e aprenda o francês...
- Ai que este mundo está perdido! - clamou Bonifácia, com as mãos na cabeça. - Ó mulher! Meu compadre está doido?
- Agora está! Bendito seja o Senhor, doido não está ele" (13-14)
Fenomenologia do Amor
"Pobres mulheres, que tanto sofrem por amor de nós, e nós barbaramente rimos disto! Eu não; nem tu, meu prezado Karr, que já protestaste contra o riso insultador dos que zombam da mulher idosa que nos quer mentir em sociedade para nosso bem!" (18)
"As mulheres fazem tudo de si para fazerem o que querem de nós!" (67)
"Há pessoas muito mal informadas do coração humana. Cuidam estas que certos homens do feitio de Basílio recebem as impressões por uns nervos que não são os nervos por onde calam os filtros das paixões de Werther e de Amaury. Crasso erro! / Há um sinal comum de todos, ideal que dispensa consumo de ideias; coisa em si materialíssima, que se chama ideal, em virtude de tácita convenção, feita há cinco mil anos, de nos emganarmos uns aos outros e cada qual a si. / Este íman, que puxa por todos, tanto abala este moço contemplativo, que se morre de saudades do céu, como aquele agreste habitante das montanhas, que se deleita na esperança da plangana chorumenta que lhe há-de, à ceia, carregar o sono, e doirar os sonhos. Este e aquele, em presença da mesma mulher, sob a pressão da mesma electricidade, hão-de estremecer por igual, amar com igual veemência, e arrombarem-se nos mesmo enelvos. Acontecerá ao moço culto, que apredneu a língua das paixões, exprimir a sua; enquanto o filho das montanhas, o analfabeto, abafados os órgãos expansivos da eloquência, recalcará ao âmago do seio as comoções, e dará ao seu arroubo a duração de um sonho de toda a vida." (89-90).
"Rara mulher há aí que perdoe ou conformadamente tolere perguntas de marido ou amante que a façam corar pelo seu passado." (132)
Ética.
"... o pudor, leitores, que é a mais jeitosa das máscaras para toda a casta de escarlate, que, sem aquela palavra, não saberíamos dizer o que é." (99)
"Deus sabe com que linhas cada qual se cose..." (102)
"... a substância da ideia é a menos espiritual deste mundo". (112)
"O medo é das mais estupidas das paixões; responde sempre a mais tola das lembranças." (143)
"O espantar-se a gente não tarda a ser um sintoma de demência." (118)
"A moral pública farejou aquela silenciosa e honesta alegria dos dois amantes. Zangou-se a moral pública, e fez soar as cem trombetas da infâmia." (161)
Política
"Os governos, meu amigo e entendido, são como as fábricas que recolhem o farrapo sujo das barricas de lixo, e fazem deste farrao um acetinado papel." (155)
CASTELO BRANCO, Camilo - Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado. Lisboa: Círculo de Leitores, 1989.
Amadeu Gonçalves
Projecto literário "Dicionário Temático Camiliano"
domingo, 18 de setembro de 2011
livraria júlio brandão (1971-1973)
pela liberdade de expressão
Faltando três anos para as comemorações dos 40 anos do 25 de Abril de 1974, fica aqui este pequeno registo histórico da Livraria Júlio Brandão, a qual desempenhou, na´designada época da abertura marcelista, um papel editorial inovador e cheio de coragem, não se salvando, contudo, das intervenções da PIDE/DGS e dos seus serviços de censura, conforme o leitor irá ver. Segundo nos conta Macedo Varela (2000: 57), um dos sócios da mesma Livraria, ao lado de Manuel Cunha, a Livraria foi "um polo de difusão de literatura progressista, nacional e também estrangeira. / A par desta difusão de livros de outros editores, a Júlio Brandão desenvolveu uma intensa actividade editorial de crítica ao regime e, sobretudo, de literatura marxista, considerada subversiva pelo regime de então." E continua mais à frente: "Para obviar às limitações legais, a edição dos livros aparecia como se fosse dos seus autores ou tradutores, mas eram na realidade totalmente da autoria da Livraria." Relevando "a coragem daqueles autores e tradutores (estes, algumas vezes, com pseudónimos) que arriscaram as represálias da Pide", diz, a dado passo, que "por mil subterfúgios, íamos conseguindo furtar algumas centenas, ou milhares (como foi o caso da 1.ª edição de "As Memórias de um Operário" - I e II volumes - em que a Pide foi surpreendida) que eram vendidos em todo o País [...] / A Livraria tornou-se conhecida a nível nacional e as suas edições de imediato adquiridas, pelo seu ineditismo e pela procura intensa do que era proibido e desejado conhecer." (VARELA, 2000: 57-58). A história dos pseudónimos é uma faceta curiosa. Apresento, por odem alfabética, as capas dos livros editados pela Livraria Júlio Brandão e farei a sua respectiva catalogação. Ora, dos tradutores constam José Pacheco Pereira, Álvaro Machado, Telmo Machado (bisneto de Bernardino Machado), José Ricardo e Maria Helena. O problema encontra-se,precisamente, nos nomes de Álvaro Machado, do qual, numa primeira leitura, calculei ser de Álvaro Manuel Machado (leitura errada, diga-se), e no de José Ricardo, o qual liguei a Lino Lima (outra leitura errada). A leitura do processo indivual de Macedo Varela da PIDE/DGS veio trazer uma nova luz, assim como a leitura do blog que se apresenta, que veio trazer novas dificuldades.
BENTO, José - História do Movimento Associativo dos Professores do Ensino Secundário: 1891 a 1932. Gomes Bento. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1973. 169 p. (Cucujães: Esc. Tip. das Missões). (Ensino e Pedagogia).
Vejamos, a este propósito, o que temos no blog http://ephemerajpp.wordpress.com/ na rúbrica com o título "Cadernos Vanguarda", de 18 de Julho de 2010: "Os cadernos Vanguarda foram publicados com o apoio e a distribuição da Livraria Júlio Brandão (iniciativa de dois membros do PCP Manuel Cunha e Macedo Varela) de Famalicão, por volta de 1971-72. A maioria dos textos foram escolhidos e traduzidos por José Pacheco Pereira e Maria Hlena Cunha, nalguns casos com nome próprio, noutros usando o nome de Álvaro Machado. O arranjo gráfico do primeiro volume foi também de José Pacheco Pereira. Os volumes 4 e 6 foram de iniciativa dos tradutores, mas usavam os seus nomes para proteger a Livraria de represálias da PIDE. Todos os volumes foram apreendidos pela Censura e proibidos de circular." Contudo, não deixa de ser curiosa a declaração de Manuel Ferreira da Cunha, que foi então "convidado a esclarecer" sobre as edições da respectiva Livraria, após as declarações de Luís Orlando dos Santos Costa, da Tipografia Orgal, do Porto, em 6 de Março de 1972. No "Auto de Declarações de 16 de Março de 1972 incluído no processo da PIDE/DGS de Macedo Varela, ManuelCunha, segundo transcrição do mesmo "Auto de Declarações" terá dito que "Álvaro Machado é o Doutor António Macedo Varela, sócio e declarante; José Ricardo, é a mesma pessoa mas com pseudónimo diferente, por erro da tipografia; Pacheco Pereira é José Pacheco Pereira, residente nesta cidade do Porto, em local que ignora". E já na parte final das suas declarações, Manuel Cunha "esclarece que as edições são da responsabilidade dos autores e tradutores." Um outro nome a acrescentar às traduções, segundo informação de Artur Sá da Costa, é o de Eduardo Perez Sanchez, restando apenas saber quais seriam as realizadas por este membro então do Centro Académico Famalicense (CAF)
BURNSTEIN,David - O Sionismo e o Imperialismo. David Burnstein; Trad. Álvaro Machado. Ed. Álvaro Machado. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1971. 81 p. (Porto: Orgal). (Cadernos Vanguarda; 6).
Como vemos, o problema está precisamente na responsabilidade das traduções. Entre a primeira afirmação e a segunda existem opiniões diferentes. A consultar brevemente, numa das próximas idas a Lisboa, será o processo da Livraria Júlio Brandão, da PIDE/DGS, o qual se encontra no Arquivo Nacional Torre do Tombo. Na informação disponibilizada no sítio do mesmo Arquivo, lemos, na parte referente às habilitações para a criação de novas editoras, que "estas habilitações têm em anexo informações prestadas por várias entidades sobre a idoneidade moral e política dos proponentes" e "muitas das editoras não vieram a desenvolver as suas actividades por terem desistido das suas pretensões ou por terem sido recusadas pela Direccção-Geral de Censura." No caso da Livraria Júlio Brandão, segundo consta do processo de Macedo Varela e mesmo de Manuel Cunha, o projecto em causa da editora, segundo informação de 28 de Fevereiro de1972, "não oferece garantia de cooperar na realização dos fins superiores do estado". Fora de hipótese, portanto, a constituição da Livraria como editora. O subterfúgio para a publicação editorial foi, então, a Livraria Júlio Brandão aparecer como "Distribuidora". Os livros que aqui se apresentam fazem parte do espólio de Tarcísio Alves Ferreira e de Macedo Varela, à guarda do Museu Bernardino Machado. Os processos da PIDE de Manuel Cunha (que doou alguma documentação ainda em vida por altura das comemorações dos 40 anos das eleições legislativas de 1969) e de Macedo Varela encontram-se no mesmo Museu.
CARVALHO, Costa - Os Livros Escolares. Costa Carvalho. Ed. Costa Carvalho. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1972. 140 p. (Cucujães: Esc. Tip. das Missões). (Ensino e Pedagogia; 2).
CHI MINH, Ho - O Leninismo e a Libertação dos Povos Oprimidos e outros textos. Ho Chi Minh; Trad. Álvaro Machado. Ed. Álvaro Machado. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão, s. d.]. 96 p. (Porto: Orgal). (Cadernos Vanguarda; 3).
ENGELS, F. - Cartas: sobre o materialismo histórico. F. Engels; Trad. José Pacheco Pereira. Ed. José Pacheco Pereira. [V. N. de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1971. 45 p. (Porto: Tipografia Marca). (Cadernos Vanguarda, 2).
GOMES, José; RIBEIRO, Manuel - Parte dos Salários no Rendimento Nacional. José Gomes, Manuel Ribeiro. Ed. José Gomes, Manuel Ribeiro. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1972. 102 p. (V. N. de Famalicão: Gráfisa). (Economia).
KOSING, Alfred - O revisionismo Contemporâneo: significado e funções. Alfred Kosing; Trad. Álvaro Machado, [Telmo Machado]. Ed. Àlvaro Machado, [Telmo Machado]. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1971. 36 p. (Porto: Orgal). (Cadernos Vanguarda; 4).
Este livro contém dois tradutores em exemplares iguais:num, aparece o nome de Álvaro Machado e num outro onome de Telmo Machado. Terá sido um erro tipográfico ou de salvaguardar as pessoas em causa?
LOPES, Agostinho - A Política da Mão-de-Obra Barata do Ministério da Educação Nacional: reflexões críticas sobre o Decreto 331/71. Agostinho Lopes. Ed. Agostinho Lopes. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1972. 69 p. (V. N. de Famalicão: Gráfisa). (Ensino e Pedagogia; 1).
PEREIRA, José Pacheco - Questões Sobre o Movimento Operário Português e a Revolução Russa de 1917. José Pacheco Pereira. Ed. José Pacheco Pereira. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1971. 102 p. (Porto: Orgal). (Temas Sociais; 1).
SILVA, José - Memórias de um Operário. José Silva; Pref. Victor de Sá. Porto: Manuel Duarte, 1971(Vila Nova de Famalicão: Distrib. Livraria Júlio Brandão). 2 vols. (Temas Sociais; 1, 2).
STALINE, J. - O Materialismo Dialéctico, o Materialismo Histórico. J. Staline; Trad. Álvaro Machado. Ed. Álvaro Machado. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1972. 62 p. (V. N. de Famalicão: Gráfisa). (Cadernos Vanguarda; 5).
STALINE, J. - Princípios do Leninismo. J. Staline; Trad. José Ricardo. Ed. José Ricardo. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão],1972. 195 p. (Porto: Orgal). (História e Filosofia; 1 ).
STALINE, J. - Questões do Leninismo. J. Staline; Trad. Álvaro Machado. Ed. Álvaro Machado. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1972. 112 p. (V. N. de Famalicão: Gráfisa). (História e Filosofia; 2).
TSÉ-TUNG, Mao - Da Prática de onde vêm as Ideias Justas. Mao Ysé-Tung; Trad. José Pacheco Pereira, Maria Helena. Ed. José Pacheco Pereira, Maria Helena. [Vila Nova de Famalicão: Livraria Júlio Brandão], 1971. 29 p. (Porto: Tipografia Marca). (Cadernos Vanguarda; 1).
o símbolo da famosa colecção vanguarda
Bibliografia
(2000) - Momentos de Resistência. Coord. Artur Sá da Costa. V. N. de Famalicão: Câmara Municipal.
Artur Sá da Costa - "Momentos de Resistência: razões para um debate", pp. 7-9.
Artur Sá da Costa - "Resistência Cultural ao Fascismo nas Décadas de 60 e 70 no Concelho de Vila Nova de Famalicão", pp. 13-29.
"Depoimentos", pp. 33-60
(Orlando Carvalho, Armando Soares Coelho, Jorge Manuel Mesquita Ferreira da Costa, Júlio de Costa Barros, Salvador Coutinho, Manuel Ferreira Cunha, Manuela Granja, Virgínia Granja, Artur Sousa Lopes, José Augusto Bezerra de Sousa Lopes, Eugénio Mesquita, Custódio de Oliveira, Artur Lopes Simões, Joaquim Santos Simões, Macedo Varela, Joaquim Loureiro)
Subscrever:
Mensagens (Atom)
































