domingo, 18 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
delumeau e o paraíso
todos temos o(s) nosso(s) paraíso(s)...
O Livro dos Saberes Práticos
"Mais que qualquer outra, não terá a nossa época - que proclama, sob a pena de Henri Michaux «não somos um século para paraísos» - necessidade de saber quais foram os paraísos dos nossos predecessores? Daí a ideia de tomar o sonho de felicidade como «objecto» historiográfico. «Objecto», para dizer verdade, quase desmesurado que houve que circunscrever com limites razoáveis."
I
A Amálgama das Tradições: de Moisés e Homero a S. Tomás de Aquino
II
O paraíso como lugar de espera
III
O paraíso terrestre e a geografia medieval
IV
O reino de Prestes João
V
Outros países de sonho
VI
Nostalgia
VII
A nova erudição e o paraíso terrrestre
VIII
As buscas da localização do paraíso terrestre (séculos XVI-XVII)
IX
Refinamentos cronológicos
X
«Desde que o homem abriu os olhos, viu-se feliz»
XI
O desaparecimento do jardim encantado
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
sinais de fogo, jorge de sena
Na próxima Sexta-Feira, mais propriamente no dia 16 de Setembro, a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, no seu auditório, vai apresentar mais um CineLiterário. Desta vez, o filme que vai ser exibido é "Sinais de Fogo", do livro de Jorge de Sena, e que Luís Filipe Rocha transpôs para o cinema, em 1995. Conforme dele, do livro, nos diz Mécia de Sena, na edição que possuo do Círculo de Leitores, de 1988, é que se "trata de uma história dentro da história": se a primeira se encontra na representação do humano, as paixões desenfreadas, ao mesmo tempo com as lutas e as intrigas políticas, num segundo momento deparamo-nos com a história do presente ficcional de "Sinais de Fogo" o Estado Novo e o início da Guerra Civil Espanhola, marcando a personalidade dos personagens, que se encontravam então na passagem da adolescência para a idade adulta.
"Olha lá, tu conheces a nossa literatura?
- Qual literatura?
- A nossa. os livros proibidos.
Eu sabia que havia censura dos jornais. Neles mesmos vinha escrito: «visado pela Comissão de Censura». O amigo de um tio meu, o tio do telegrama ao Governo, e que costumava jogar «bridge» com ele todas as semanas, um major, pertencia a essa comissão. Mas de livros proibidos eu menos ouvira falar, a não ser daqueles indecentes, muito mal impressos, e que circulavam às escondidas no liceu.
- Que livros?
- Eu empresto-te, e logo vês.
- Como é que os livros são proibidos?
- Estão proibidos. Ninguém pode vendê-los, mesmo estrangeiros. E se a Polícia apanha alguém com eles...
- Que faz?
Que faz?... Hum!... Mas tu não sabes nada! Que tens andado a fazer este tempo todo?
- Eu?
- Sim, tu." (135)
Jorge de Sena
as mulheres e o trabalho na i república
No âmbito do IV Ciclo de Conferências "As Mulheres e a I República" (organizado pelo Museu Bernardino Machado, sediado em Vila Nova de Famalicão), realiza-se no dia 23 de Setembro do corrente ano, pelas 21h30, a VI conferência do mesmo ciclo com o título "As Mulheres e o Trabalho na I República", sendo o conferencista convidado o Prof. Paulo Guinote. Pedagogo e investigador, o Prof. Paulo Guinote (Prof. do 2.º Ciclo do Ensino Básico), escreve sobre temas pedagógicos não só na blogosfera, como igualmente na imprensa, nomeadamente no jornal "Público". Licenciado em História, com Mestrado em História Contemporânea e Doutoramento em História da Educação, o Prof. Paulo Guinote é autor e colaborador de diversas obras e artigos, destacando-se "História da Mulher, História do Quotidiano e a I República como Quotidianos Femininos: 1900-1933" (Lisboa, 1997), "Parlamentares e Ministros na I República: 1900-1926" (Porto, 2000) e "Mulheres na I República: percursos, conquistas e derrotas" (Lisboa, 2011). A entrada é livre e os participantes recebem certificados de presença.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
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